Viajar é preciso
É realmente muito difícil essa coisa de saber o que quer da vida, aonde quer chegar e, pior, qual caminho é mais legal, mas também acho que essa dificuldade não é exclusivamente minha, então sigo na busca do “quem”, “do que”, “ como” e “onde” na vida.
Nesta história da busca, pelo menos, alguns detalhes eu já posso colocar na lista do item “do que” gosto e eu gosto mesmo é de viajar. Viajar me deixa feliz, leve e com aquele frio na barriga de não saber ao certo o que vou encontrar, mesmo que já tenha ido ao lugar alguma vez. Os cheiros, as pessoas, os sons e até as roubadas, tudo isso me interessa e, o mais importante, me preenchem.
Com menos dinheiro no bolso e mais dias de folga a serem tirados, comecei minha saga de ahhh aproveitar para conhecer algo novo. Numa noite de quinta feira de abril meu namorado achou passagens “compráveis” e decidiu nosso destino. Berlim, super esperada cidade, e Praga, sem muito que esperar, além de imagens lindas que já vi, são as escolhas da vez.
Se você não viaja com um pacotinho fechado, depende se seus olhos e dedos para achar na internet um local possível para dormir e eu fiquei pensando como isso devia ser terrivelmente difícil antes de nos enfiarem no mundo tecnológico, onde podemos navegar por hotéis, hosteis e textos com dicas vindas de todos os cantos da terra.
Um dia inteiro dedicado a busca de uma caminha digna, num lugar central por um preço razoável nos levou ao hotel Titanic, em Berlim. Veja bem TITANIC! Com o perdão da piada infame de que eu realmente espero que o hotel não afunde, o mais peculiar é que realmente parece que os quartos são decorados com fotos do famoso navio... ok, parece meio tétrico, mas ele é no Mitte e 5 minutos do metro, bom, isso segundo consta na web, porque saber mesmo eu só vou saber quando chegar.
Hotel fechado em Berlim, boa parte da cidade sendo descoberta graças aos street view, começamos a caçar um lugar em Praga. São poucas as referências de amigos sobre a cidade, então o jeito foi ler, ler e ler reviews de sites. Com os 4 manjados pilares que servem de critério para achar um local para dormir, preço, praça, produto e... não, não é promoção, mas sim facilidades, selecionamos muitos e um me chamou mais atenção. Ficava numa ruazinha charmosa, com algo que parecia um restaurante no mesmo local e próximo de uma esquina repleta de cafés. O preço estava lindo e tinha banheiro no quarto (eu juro que não sou fresca, mas hostel com banheiro compartilhado eu acho que só agüentaria até os 25 anos), porém algo chamou atenção: uma placa bem na entrada do estabelecimento que só pode ser reparada graças ao amigo Street View. Sem me alongar muito, avalie por si:

Stag em Tcheco, quer dizer veado, ok... nenhuma conotação homofobica neste comentário, mas a plaquinha legal diz claramente os serviços do local. Ok, achamos que a vibe seria boemia demais para um casal viajante com vontade de andar durante o dia por toda cidade e assim desistimos.
Achamos um hostel cotado como fabuloso e assim fechamos. Hoje de manha vi um email que meu cartão não havia sido aceito (olha o Diners aí) e como meu coração não estava muito feliz, procuramos por mais uma boa parte da tarde e achamos o Orange Hostel, num local central, por um preço ok e com um banheirinho só nosso. Agora sim, a viagem começa.
Nesta história da busca, pelo menos, alguns detalhes eu já posso colocar na lista do item “do que” gosto e eu gosto mesmo é de viajar. Viajar me deixa feliz, leve e com aquele frio na barriga de não saber ao certo o que vou encontrar, mesmo que já tenha ido ao lugar alguma vez. Os cheiros, as pessoas, os sons e até as roubadas, tudo isso me interessa e, o mais importante, me preenchem.
Com menos dinheiro no bolso e mais dias de folga a serem tirados, comecei minha saga de ahhh aproveitar para conhecer algo novo. Numa noite de quinta feira de abril meu namorado achou passagens “compráveis” e decidiu nosso destino. Berlim, super esperada cidade, e Praga, sem muito que esperar, além de imagens lindas que já vi, são as escolhas da vez.
Se você não viaja com um pacotinho fechado, depende se seus olhos e dedos para achar na internet um local possível para dormir e eu fiquei pensando como isso devia ser terrivelmente difícil antes de nos enfiarem no mundo tecnológico, onde podemos navegar por hotéis, hosteis e textos com dicas vindas de todos os cantos da terra.
Um dia inteiro dedicado a busca de uma caminha digna, num lugar central por um preço razoável nos levou ao hotel Titanic, em Berlim. Veja bem TITANIC! Com o perdão da piada infame de que eu realmente espero que o hotel não afunde, o mais peculiar é que realmente parece que os quartos são decorados com fotos do famoso navio... ok, parece meio tétrico, mas ele é no Mitte e 5 minutos do metro, bom, isso segundo consta na web, porque saber mesmo eu só vou saber quando chegar.
Hotel fechado em Berlim, boa parte da cidade sendo descoberta graças aos street view, começamos a caçar um lugar em Praga. São poucas as referências de amigos sobre a cidade, então o jeito foi ler, ler e ler reviews de sites. Com os 4 manjados pilares que servem de critério para achar um local para dormir, preço, praça, produto e... não, não é promoção, mas sim facilidades, selecionamos muitos e um me chamou mais atenção. Ficava numa ruazinha charmosa, com algo que parecia um restaurante no mesmo local e próximo de uma esquina repleta de cafés. O preço estava lindo e tinha banheiro no quarto (eu juro que não sou fresca, mas hostel com banheiro compartilhado eu acho que só agüentaria até os 25 anos), porém algo chamou atenção: uma placa bem na entrada do estabelecimento que só pode ser reparada graças ao amigo Street View. Sem me alongar muito, avalie por si:

Stag em Tcheco, quer dizer veado, ok... nenhuma conotação homofobica neste comentário, mas a plaquinha legal diz claramente os serviços do local. Ok, achamos que a vibe seria boemia demais para um casal viajante com vontade de andar durante o dia por toda cidade e assim desistimos.
Achamos um hostel cotado como fabuloso e assim fechamos. Hoje de manha vi um email que meu cartão não havia sido aceito (olha o Diners aí) e como meu coração não estava muito feliz, procuramos por mais uma boa parte da tarde e achamos o Orange Hostel, num local central, por um preço ok e com um banheirinho só nosso. Agora sim, a viagem começa.
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