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Mostrando postagens de abril, 2009

segunda-quarta... que seja linda!

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a janela

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Abril está sendo um mês ótimo, não posso reclamar e já não era sem tempo. Decidi que preciso economizar até os passos e ando ficando em casa cuidando do meu próprio umbigo. A parte boa é que desce a Mônica Geller e o projeto organização sai do papel. A parte ruim é que nem sempre consigo terminar tudo o que quero... mas estou me dando o tempo necessário. Comecei pela janela. Acho que a parte mais interessante de eu ser “obrigada” a ficar no meu apartamento é que gosto da minha janela. Das luzes de São Paulo, da vista para a marginal fedida, da casa da minha mãe logo ali embaixo, do Mc Donalds que pode salvar e matar o estômago... gosto é da perspectiva. De olhar e ter certeza que a gente é realmente muito insignificante no tamanho, mas que é de fato parte de alguma coisa. Filosofias deixadas para trás, a verdade é que comecei pela janela. Infiltrações básicas de prédio velho deixaram algumas marcas e bolhas que já estavam me incomodando faz tempo, aí começou o processo, lixa, massa, l...

eu?

Ruiva (ok ok semi ruiva, mas o espírito é 100% ruivo) Alérgica a camarão. Odeia ketchup e futebol. Não toma cerveja – com a exceção de 1 gole quando tá muito sol na praia. Por outro lado, chama para tomar um vinho que ela vai correndo. Achou que ia ser fotógrafa e virou marketeira. Gosta de artes mas acha que é muito ignorante ainda. Animadinha. Viajar e ver shows fazem a vida colorida. Amigos sempre. Amor... Sempre freckles. Exagera algumas vezes e finge que é racional. Chora às vezes, mas melhorou no quesito. Acredita em coincidências, mas fica sempre se perguntando o por que. Tem nojo de sapo mas gosta de morcego. Odeia atravessar a rua mas não tem medo de altura. Acredita nas pessoas e tem fé... só não sabe bem em que. Acha que o inferno é aqui mesmo mas que até que é divertido.

06-01-2009

Aqui se conclui, termina e desliga. Aqui se muda o hábito, se aceita fatos e compreende-se o que não pode ser mudado. Procure ser tolerante e depreendido. Deixe o antigo. O caminho antigo, o olhar antigo, o poder antigo, o amor antigo, a amizade antiga, o sentimento antigo, o temor antigo, o suspiro antigo e as frustrações antigas. O universo exige a mudança e é agora. Avalie o que precisa ser mudado e mude. Chega de sacrificar-se por causas, pessoas ou situações que já não têm mais sentido. Prepare-se para o novo. O novo requer cuidado, da assinatura ao que você sonha a partir de agora. Siga em frente livre, para que possa pensar no que realmente quer. As perdas que sentir fazem parte do seu crescimento. Se transformação é inevitável, avance. Planeje o próximo ciclo, reinvente o que já foi um sucesso, remodele, modifique. Da mesma forma, tudo aquilo que lhe é dispensável e inútil deve ser abandonado ou afastado. Finalize, mas com compaixão, tolerância e compreensão. Não gaste energia,...